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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Eu sempre estive entre aspas " "

Ficar triste é um sentimento tão legitimo quanto a alegria. Reclamar do tédio é fácil, difícil é levantar da cadeira pra fazer alguma coisa que nunca foi feita. Queria não me sentir tão responsável pelo que acontece em meu redor. Felicidade é a combinação de sorte com escolhas bem feitas. Pessoas com vidas interessantes, interessam-se por gente que é o oposto delas. Emoção nenhuma é banal se for autêntica. Dar certo não está relacionado ao ponto de chegada, mas ao durante. O prazer está na invenção da própria alegria, porque é do erro que surgem novas soluções, os desacertos nos movimentam, nos humanizam, nos aproximam dos outros. Enquanto o sujeito nota 10, nem consegue olhar pro lado, sobe pena de ver seu mundo cair. O mundo já caiu baby, só nos resta dançar sobre os destroços. Nosso maior inimigo é a falta de humor.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Quando algo que eu estava comendo cai no chão, eu:


( ) Jogo fora, claro.
( ) Deixo la no chão, afinal é porquice pegar de volta
(x) REGRA DOS 5 SEGUNDOS, RÁPIDO!
















(COMO EU RI ahIUAHiuA)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

É engraçado como...


...como às vezes em um lugar cheio de pessoas nos sentimos tão sozinhos e com uma única pessoa nos sentimos tão completos. 

É engraçado como milhões de beijos não substituem o carinho de quem se ama, que 100 pessoas online no seu msn não te prendem na frente do computador como o status de um único contato, que a vontade de que o tempo pare é maior ao lado dele do que ao lado de qualquer outra pessoa no mundo, que nenhum sorriso é tão lindo igual ao dele, nenhum 'eu te amo' mexe tanto com você, nenhum momento te deixa com tanto friozinho na barriga do que os vividos ao lado de quem se gosta. 

É engraçado como não trocamos alguém por tudo. um sentimento pelo mundo. e nada mais nos instiga, nada mais nos fascina, nada mais nos interessa do que o coração dele.



quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Eclesiastes 3


Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;
Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar;
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;
Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar;
Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Eu Não Sei Na Verdade Quem Eu Sou - Fernando Anitelli



Eu não sei na verdade quem eu sou
já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro um sorriso e o meu paraíso é onde estou
Por que a gente é desse jeito?
criando conceito pra tudo que restou

Meninas... são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro

Eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro um sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou

Perguntar... da onde veio a vida
por onde entrei... deve haver uma saída
e tudo fica sustentado... pela fé
Na verdade ninguém... sabe o que é

Velhinhos são crianças nascidas faz tempo
com água e farinha colo figurinha e foto em documento
Escola! É onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração

Eu não sei na verdade quem eu sou
Já tentei calcular o meu valor
Mas sempre encontro sorriso... e o meu paraíso é onde estou
Eu não sei... na verdade quem eu sou

Percebi que a cada minuto
Tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
Tem louco pulando o muro, tem corpo pegando doença
Tem gente trepando no escuro, tem gente sentido ausência

Meninas... são bruxas e fadas
Palhaço é um homem todo pintado de piadas
Céu azul é o telhado do mundo inteiro
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O dia em que um sorriso parou São Paulo.




Para aqueles que sabem o que é ficar no meio do transito parado todos os dias, isso deve fazer a diferença!!

Hoje





...Hoje eu não abriria mão facilmente, hoje eu não seria tão complacente. Hoje eu não desejaria a felicidade dele, mesmo eu estando um caco. O que mudou? Sei lá, perdi um pouco da ingenuidade, ganhei umas pontinhas de rancores, assumi meu lado egoísta... 

Eu sinceramente não sei.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

É meu aniversário, e agora?

Nem todo mundo gosta de comemorar aniversário. Conversamos com especialistas para descobrir o porquê

Listas de convidados, respostas educadas no Orkut ou no Facebook, agendamento de salão ou bar, preparação de um menu especial. Estas atitudes parecem divertidas, mas não para todo mundo. Além da extensa lista de tarefas que uma comemoração exige, fazer aniversário também leva as pessoas a refletir sobre suas vidas e questionar suas prioridades.

“Apesar de gostar de comemorar, no dia do meu aniversário eu fico triste, depressiva”, diz a assessora Mariana Campos. Aos 25 anos, ela diz que a data a faz pensar – de modo não muito positivo – na idade que tem. “Vejo que estou ficando velha e não fiz nada do que devia estar fazendo nessa idade”. Para Valéria Meirelles, psicóloga e organizadora do livro “Mulher do Século XXI ” (Editora Roca), isso se explica pela existência de uma maior punição social para as mulheres que envelhecem, por isso é comum que elas não gostem da data. “Para algumas mulheres, fazer aniversario é morrer um pouco a cada ano”, diz.

Mesmo que se sinta depressiva a cada 12 de janeiro, Mariana ainda gosta de fazer festas. O que não é o caso da gerente de projetos Gabriela Iannaccone, de 26 anos, que quer distância das comemorações de aniversário feitas de forma automática, pouco natural. “Odeio as obrigações sociais pelas quais a gente tem que passar, fazer ou participar. É tudo muito cansativo”, explica. De todos rituais, o “parabéns a você” é o que Gabriela menos gosta “Não suporto cantar parabéns. Acho infantil, desnecessário. Um monte de adulto batendo palmas, depois de 12 anos, não acho que qualquer pessoa faça isso com gosto”, brinca.

Alejandro Klein, professor do Instituto de Psicologia da USP, define o aniversário como parte de uma “construção cultural” de nossa sociedade. Para Klein, a data é importante para o estabelecimento da biografia, ou seja, da organização de nossa vida em uma ordem cronológica. “Ainda assim, há pessoas que podem sentir que não é importante se comemorar”, afirma.

Para estas pessoas, o pior é sempre como explicar para as outras. Mariana conta que seu primeiro dia no emprego em que está agora foi no seu aniversário do ano passado, e que não quis revelar para ninguém. “Fomos almoçar, e minha mãe ficava me ligando para dar parabéns. Ficava me escondendo, não queria que cantassem parabéns para mim no meio do restaurante. Não tinha nada a ver naquele momento”, relembra. Já Gabriela ousou mais e ficou incomunicável no seu aniversário de 24 anos: não foi para a faculdade e desligou o celular. No outro dia, ela descobriu que seus amigos estavam bastante magoados com ela. “Eles me chamaram de egoísta e arrogante. Mas eu simplesmente não estava a fim de comemorar naquele ano”.

Para Valéria Meirelles, a forma que a pessoa encara o aniversário está ligado à maneira como ela vê sua própria vida. Suzana Rocha Medeiros, coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas do Envelhecimento da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, não concorda. Aos 84 anos de idade, Suzana diz que gosta muito de sua vida, mas prefere passar a data viajando sozinha. Klein explica que é importante que cada pessoa eleja a maneira que mais gosta de encarar o aniversário, já que a comemoração deveria ser individual “A sociedade apresenta uma pressão muito forte para que se façam todas as coisas de um modo semelhante. Por sorte, existe a diversidade”, completa.

(Camila de Lira, iG São Paulo
 | 24/06/2010)